“Adeus ano velho. Feliz ano novo…”

Após um período de muita correria e vários acontecimentos simultâneos (meu aniversário, correção da tese de mestrado da minha tia e um leve mal estar que me “freou” por uns dias…), enfim eis me aqui para continuar a prosa sobre minhas aventuras (ou desventuras?) profissionais.

Como disse no post anterior, o fim de 2010 foi marcado pelos trabalhos que consegui. Mas quando o ano acabou, os freelas também chegaram ao fim. Passadas as festas de Natal e Réveillon, entrei em 2011 disposta a conseguir um emprego o mais rápido possível – principalmente pelos novos projetos que estavam a caminho.

Durante janeiro e fevereiro me ocupei dos trabalhos domésticos e temporários, além da busca por emprego. Nesse tempo, tive a oportunidade de ajudar uma de minhas tias na correção de sua tese de mestrado, cuja defesa deve acontecer até abril deste ano. Mais do que angariar fundos e socorrer uma parente desesperada, topei o trabalho pela experiência de conhecer melhor todo o processo de criação de uma tese. O desafio foi grande, já que o tema não tem nada a ver com minha área de formação. (Nota desta que vos escreve: minha tia é psicóloga e ouvidora do SUS municipal de Brumadinho/MG; sua tese foi uma espécie de estudo de caso do setor que ela coordena, algo ligado à área da gestão em saúde. Bom, não vou entrar em detalhes… Assim que a tese for defendida e aprovada, disponibilizarei aqui o link para quem quiser saber mais.)

Além da correção da tese, um outro projeto animou meu início de 2011: me matriculei em um MBA super bacana. As aulas estão previstas para começar em março e minha expectativa está nas alturas, já que é um curso totalmente inovador e com visão bem futurística – típico dos seres aquarianos como eu. Muitos devem estar pensando: o que levou essa louca jornalista desempregada sustentada pela mãe a se matricular numa pós-graduação sem ter renda mensal certa para pagar o curso? Eu respondo: fui conduzida a esta decisão não apenas pela minha  mania de entrar de cabeça em novos desafios, mas pela necessidade de usufruir de uma bolsa de estudos que ganhei para cursar a pós, cuja validade termina em abril.

Sei que nem só de pão e animação vive o homem. Estudar é bom, mas custa $. Não posso reclamar muito porque minha bolsa de estudos concede 50% de desconto no valor total do curso. O problema é: de onde tirarei os outros 50%?

Captaram agora minha “ânsia” por um trabalho bem remunerado? Pois é…

 

O que o garotinho está dizendo: “Que em 2011 a autora deste blog consiga um emprego nem que seja aqui na China!” (by Google Tradutor, é claro. Acham que se eu falasse chinês ainda estaria desempregada?)

@aureamaira

~ por Áurea Maíra em fevereiro 21, 2011.

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